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Bio:
Joana Patrão (n. 1992, Barcelos). Artista plástica cuja prática flutua entre vídeo, fotografia, desenho e instalação. A sua investigação centra-se em formas de relação com a natureza mediadas pela imagem, cruzando referências históricas, naturais e culturais e explorando interações entre corpo, matéria e tempo (geológico, biológico, tecnológico).
Como parte dessa investigação concluiu, em 2016, o Mestrado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, após a Licenciatura em Artes Plásticas na mesma instituição. Enquanto bolseira Erasmus+ frequentou a Aalto University, Finlândia e foi selecionada para o workshop internacional Adaptations – Utö. Site, Stories and Sensory Methods, HIAP, na ilha de Utö.
Expõe regularmente desde 2014, com destaque para as individuais Glossolalia (em dupla com Tiago Madaleno, Escola das Artes - UCP, curadoria Nuno Crespo, 2026), A brisa do maremoto (Appleton [BOX], Lisboa, 2021), Céu de sal, sal da terra (Lab Box, Art Curator Grid, curadoria de Luísa Santos, 2020) e as coletivas TheSpaceInYourHead (Dínamo, Porto, programação Eduarda Neves, 2025), Desnaturadas (RAMPA, Porto, curadoria Vera Carmo, 2025) e Super Natural Voices (MONO, Lisboa, curadoria Jule Kurbjeweit, 2024).
Foi artista residente em vários contextos, tais como: Aderno (Mata Nacional do Bussaco), O Estado da Água (Serra da Estrela); Laboratório Imersivo 16mm (Casa do Xisto); Grão (Quinta das Relvas), FeinprobeHonigsüss 7, Wbmotion (Wittenberg, Alemanha).
O seu filme experimental Anima (2024) estreou no IndieLisboa (Novíssimos) e circulou pelos festivais Laterale (IT), Suspaustas laikas (LT), Revolutions per minute (EUA) e Intermediaciones (CO).
Em Outubro de 2026, integrou o ciclo Luas Novas, no Batalha Centro de Cinema (Porto), numa sessão partilhada com Carla Andrade e programada por Guilherme Blanc no âmbito do capítulo Telúricas - Seleção Nacional, desenvolvido em parceria com a Cineteca Madrid.
Colabora habitualmente com artistas de diferentes áreas, do cinema à música.
Desde 2016, que se dedica em paralelo ao serviço educativo, tendo passado por locais como a Fundação de Serralves e a Universidade do Porto. Entre 2021 e 2022, co-coordenou (com José Costa) o projeto educativo Sandbox, Appleton - Associação Cultural (Lisboa). Desde 2021, orienta as visitas às exposições do gnration, no âmbito do Circuito - Braga Media Arts (Rede de Cidades Criativas da UNESCO) a todas as exposições patentes no gnration e na Bienal de Arte e Tecnologia INDEX (2022, 2024, 2026). Desde 2023, em parceria com Rui Dias Monteiro, desenvolve o projeto educativo “Habitar o Comum” - serviço de mediação da Aderno - Associação Cultural, sediada no Luso-Bussaco, que se destaca pela forte vertente comunitária, trabalhando com crianças, jovens e séniores, em torno da memória e da paisagem da Mata do Bussaco e da região envolvente.
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